Papo com Paulo Rupp da Luz, Tech Lead nos projetos da ateliware

Saiba mais sobre o dia a dia de tech lead, confira algumas dicas para quem busca se desenvolver nesta área e conheça a experiência de Paulo nos projetos desenvolvimento.
Gessica Shono | 11 de outubro de 2022

Artigo desenvolvido em parceria com Paulo Paulo Giovanni Rupp da Luz.

Paulo Giovanni Rupp da Luz tem 23 anos, mora em Curitiba(PR), e trabalha como Tech Lead em projetos na ateliware.

Paulo conheceu a ateliware quando buscava por vagas de estágio, enquanto ainda estava na universidade. Seu interesse surgiu devido à possibilidade de trabalhar com Ruby on Rails e em diferentes projetos. Principalmente pela oportunidade de aprendizado.

A parceria deu tão certo que já são 4 anos cocriando projetos. Confira abaixo a entrevista com o Paulo.

Projetos que marcaram…

O projeto da Travelers foi o meu primeiro contato com um sistema por completo: banco de dados, backend, frontend e servidor. Foi quando aprendi a lidar com o trabalho em equipe e com o cliente também.

Já o da minestore, que é inclusive o projeto que estou atualmente, me aprofundei mais em Ruby on Rails e construí a maior parte da minha experiência enquanto desenvolvedor em vários sentidos: lidar direto com o usuário e o cliente, os desafios do ponto de vista de tecnologia, os diferentes desenvolvedores que passaram pelo projeto - tanto na ateliware quanto no cliente - e as demandas de segurança e de produto. Além de ser a minha primeira experiência como tech lead.

O dia a dia de um Tech Lead

Mesmo hoje sendo tech lead, na maior parte do tempo ainda sou desenvolvedor, então passo boa parte do dia programando e realizando code review. No mais, uma das minhas principais atividades é a priorização da demanda e a definição técnica daquilo que é solicitado pelo time de produto.

Em relação à definição das atividades, um ponto importante é conciliar o roadmap com o que já temos rodando, e fazer com que tudo continue funcionando dentro da estrutura que já temos.

O maior desafio com certeza é lidar com a manutenibilidade de um projeto que já está em andamento há tanto tempo, e simultaneamente continuar o fluxo de desenvolvimento e as demandas dos times técnicos do cliente.

Conselhos para quem deseja se desenvolver na área

Na minha visão, o trabalho na área é muito mais relacionado com a parte prática daquilo que concerne o projeto, do que com a parte técnica propriamente dita.

Saber trabalhar em equipe é uma das partes mais importantes, não só com outros desenvolvedores do projeto, mas também com o cliente, afinal todos estão envolvidos pelo mesmo propósito.

E claro, nem todo cliente vai entender a parte técnica do que fazemos, e é nossa responsabilidade saber passar o nosso contexto também, saber traduzir para o cliente aquilo que fazemos é algo importante para o desenvolvimento ocorrer bem.

Não ter medo de encarar e expor dificuldades e problemas que eventualmente apareçam também é fundamental, já que nada vai se resolver sozinho.

Outro ponto muito importante é entender que erros acontecem, a questão é como lidamos e aprendemos com esses erros, para melhorar cada vez mais os processos e entregas dentro do projeto. Saber reconhecer as suas limitações pode ser algo duro de se fazer, mas é o primeiro passo para conseguir evoluir consistentemente.

Por fim, eu aconselho a cada um entender que cada projeto tem seu contexto, e dependendo do caso, é mais valioso saber se adaptar dentro de cada tipo de necessidade do que ser alguém puramente técnico.

A experiência dos projetos

A possibilidade de trabalhar com diversos projetos é única, conhecer diferentes desafios técnicos, diferentes stacks e diferentes regras de negócio engrandece demais na experiência como desenvolvedor. Além disso, trabalhar com diferentes equipes dá uma oportunidade de compartilhamento de conhecimento grande entre todos os envolvidos no projeto.

A autonomia que temos enquanto desenvolvedores também é muito boa, realmente com uma experiência “full stack”. Trabalhar dessa forma é sempre poder contar com novas experiências e aprendizados.

“Saiba que pode contar com todos que fazem parte da empresa, seja desenvolvedor ou não, seja da equipe ou não.”, comenta Paulo como um conselho para quem, assim como ele, gostaria de participar deste tipo de projeto.

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Gessica Shono
Marketing Coordinator | Publicitária, comunicóloga e marketeira de formação. Uma pessoa curiosa que busca aprender e se desenvolver a cada dia e que gosta de ouvir boas histórias.